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Dr. Zampieri rebate críticas de Rogerinho Castilho

Prefeito acredita que denúncias tenham motivação pessoal e afirma que a administração não deixa de informar a população

 

A reportagem da Folha de Cafelândia ouviu o prefeito de Cafelândia, Dr. Luis Zampieri, com relação à denúncia feita pelo vice-prefeito Rogerinho Castilho à Câmara sobre as cestas básicas e o pagamento do 13º salário aos funcionários públicos municipais (ver matéria abaixo).

Dr. Zampieri afirmou que o seu governo não tem escondido nada e que a fala do vice é motivada por questões pessoais. “Minha gestão é transparente, não estamos deixando de informar à população o motivo do atraso nas cestas e no pagamento do 13º”, assegura. “O que é preciso esclarecer é que o Rogerinho está usando a situação para tentar se promover, pois existe uma diferença entre trazer a solução para o problema e dar informações sobre o porquê dos atrasos”.

O prefeito acredita que o vice quer se utilizar desta situação para se vingar e ataca-lo. “Ele foi exonerado por não ter o perfil que se encaixa em nosso projeto, que busca o trabalho em equipe, a união do grupo”, explica. “Ele vem dizendo que está desempregado, mas, pelo que eu sei, um desempregado não recebe salário mensalmente. Ele foi exonerado do cargo de chefe de Gabinete, mas recebe o salário de vice-prefeito todos os meses”.

Reforçou que a prefeitura tem feito tudo às claras. “Se o Rogerinho nos acusa por falta de informação sobre a situação, ele deve estar morando em outra cidade ou não conhece os meios de comunicação de Cafelândia, pois não estou deixando de relatar o que está acontecendo”, diz. “Enviei notas de esclarecimento para o jornal e também foram divulgadas nas redes sociais. No dia 12 de janeiro foi publicada uma matéria especifica sobre este assunto explicando a realidade econômica da prefeitura, e salientei sobre a situação do atraso no 13º”, acrescenta. “Não tenho nada a esconder. A nossa gestão assumiu a prefeitura em grandes dificuldades, e desde o meu primeiro dia de governo não deixamos nossa proposta de lado, que é trabalhar em defesa do povo”.

Dr. Zampieri garantiu que sua equipe está empenhada na busca de ajustes para solucionar esta situação. “Cheguei recentemente de Brasília, onde assinei documento para o município receber repasse do governo federal no valor de R$ 350 mil, valor este que vai nos ajudar no pagamento do 13º”, anuncia. “Eu já disse e gostaria de repetir: nenhum prefeito vai deixar de pagar salário dos servidores municipais tendo dinheiro em caixa. Não precisa ter muita experiência em administrar para entender isso”, salienta.

Para mostrar a preocupação da administração com a população e com os servidores municipais, ele citou um exemplo: “Muitas vezes o pai ou a mãe têm o desejo de comprar aquilo que o filho pede, mas infelizmente não têm dinheiro. Isto não significa que o pai e a mãe viraram as costas para o filho. É uma questão econômica, falta recurso financeiro”.

Garantiu que em toda a sua vida profissional como médico sempre esteve do lado do povo e agora não é diferente. “Infelizmente, se não atendo a todas as solicitações, não é porque não quero, mas porque não posso. É uma questão financeira e de seguir as leis”, esclarece. “Vamos continuar trabalhando para colocar a casa em ordem. Os desafios são muitos, mas, no que depender de mim e de minha equipe, vamos arregaçar as mangas e ir à luta”, acrescenta. “Eu fui eleito de forma democrática e minha proposta é colocar Cafelândia nos trilhos do desenvolvimento, e com isto beneficiar toda a população, em especial a mais carente”, frisa.

O prefeito disse que a administração está preparando um conteúdo, que será divulgado em toda a cidade, com números e valores sobre a situação financeira da prefeitura. “Vamos mostrar os números, tudo o que já pagamos e estamos pagando. Vamos apresentar a toda a população a realidade da prefeitura, pois não temos falcatruas em nossa gestão e sempre trabalhamos com honestidade e com a verdade”.

Dr. Zampieri também agradece a todos os vereadores que têm apoiado o trabalhado da administração e auxiliado na busca de recursos para Cafelândia.

 

Rogerinho apresenta denúncia na Câmara sobre cestas básicas e 13º salário

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O vice-prefeito Rogerinho Castilho participou da sessão ordinária da Câmara de Cafelândia do último dia 12, quando fez uso da tribuna livre para explicar a denúncia protocolada no Legislativo a respeito das cestas básicas e do 13º salário dos servidores municipais que não foram pagos pela prefeitura.

Ele conversou com a reportagem da Folha de Cafelândia para explicar o conteúdo de sua denúncia. Informou que não sabe ao certo quantas cestas básicas estão atrasadas. “Uns dizem que são quatro, outros, que são cinco”.

Diante dessa situação, protocolou uma denúncia na Câmara para que o Legislativo cobre do Executivo respostas sobre este atraso. “O meu intuito é cobrar os vereadores, porque eles estão mais próximos da população e, no caso, dos funcionários municiais”.

O vice ponderou que circulam muitos boatos pela cidade a respeito desse seu questionamento. “Falam que o meu intuito é cassar o prefeito. Se houver irregularidade e se tiver motivo para a cassação, não sou eu quem vai decidir. Por isso que estou passando para a Câmara a questão, para haver uma averiguação em cima desses fatos”, reforça. “Estou fazendo tudo dentro da lei. O que eu quero é que os vereadores acatem esta denúncia para averiguar”. Os parlamentares ainda irão analisar a denúncia para votar se iniciam ou não uma investigação.

Barreiras

Mesmo sendo vice-prefeito, revelou que é difícil obter uma informação concreta sobre esse assunto na prefeitura. Disse que desde a sua exoneração pelo prefeito Dr. Luis Zampieri do cargo de chefe de Gabinete, “por cobranças que fiz da administração”, não tem conseguido respostas satisfatórias. “Não é que não passam as informações, mas existe um filtro”.

Acrescentou que a maioria dos comissionados parece ter medo de falar com ele. “Tenho esse problema de comunicação desde quando fui exonerado. Já aconteceu de funcionário falar comigo e ser exonerado; dizem que é porque ‘está do meu lado’. Mas não é do meu lado, é do lado do que é certo, do que é correto”, frisa. “Mesmo eu sendo prejudicado por muitas coisas desde quando eu comecei a bater de frente, vou continuar batendo de frente até o final pelo que é correto. Fui eleito e entrei na prefeitura para isso”.

Afirmou que o intuito de sua denúncia não é causar polêmica ou se vingar do prefeito. “O que ele fez comigo não tem perdão. Mas não posso deixar a população ter culpa pelo que aconteceu comigo”, diz. “Vou lutar até o final. Tenho gravado em vídeo e em áudio tudo o que ele prometeu em palanque”.

Atual cenário

Rogerinho reconhece que o prefeito herdou uma dívida da administração passada. “E não posso negar isso pelo seguinte: desde a época da campanha sabíamos que iríamos pegar uma prefeitura em uma situação muito difícil. Porém, acredito que, se você ficar reclamando do passado, você não vai olhar o presente”.

Ele lembrou que a situação está difícil para todo mundo. “Mas, se você analisar as prefeituras da região, como Guarantã, que está na mesma situação que a gente, os prefeitos estão administrando”.

O vice-prefeito está ciente da complicada vida financeira que muitos servidores de Cafelândia estão enfrentando. Lembrou que, todo final de ano, o funcionário faz suas contas como quase todo mundo e deixa para quita-las no 13º. “Os servidores tinham ciência que iam receber. Então, o prefeito tinha que ter avisado, explicado a situação e feito uma programação. Falta uma comunicação do prefeito com os funcionários”, coloca. “Se houver essa comunicação, poderemos todos abraçar a causa e trabalhar por Cafelândia. Porque é a cidade quem perde com tudo isso que está acontecendo”.

Citou outro exemplo das dificuldades que os funcionários vêm enfrentando com este atraso. Um servidor lhe contou que teve que devolver seu carro que estava pagando por mês porque começou a se complicar financeiramente. “Ele contava com o 13º, que não saiu. Cesta básica também não saiu. Tem funcionário que recebe menos de R$ 1 mil por mês e tem uma família para sustentar. E a cesta básica é o seu alimento. Hoje tem servidor que passa necessidade, está quase passando fome e um perdeu o seu carro”, relata.

Da Redação

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